20190410_131417.jpg

Sobre Nós

Nascida em João Pessoa, PB, Brasil, em 09 de dezembro de 1989, pela manhã, Lis Maia é antes de mais nada alguém que sempre quis Justiça no mundo. Desde que se entende como gente sempre quis que cada pessoa no mundo recebesse ajuda na medida da sua necessidade, sem sofrimento, sem dor, sem autoritarismo.

 

Por ter esse valor na sua essência de início cursou Direito, em busca de ser um instrumento no Brasil para a realização de Justiça. Concluiu Graduação e fez até mesmo Mestrado, mas no meio do caminho se deparou com uma crise existencial: o modelo de Justiça que estava bem delineado não era suficiente, no seu ponto de vista, para dar a cada um o que é seu na medida da sua necessidade.

 

Nessa crise teve contato com a Terapia Quântica, mas especificamente a Terapia de Regressão de Vidas Passadas, e naturalmente fluiu sua qualidade de terapeuta, de instrumento de desenvolvimento pessoal, tanto de suas próprias questões como também na condução dos processos de autocura de outras pessoas.

 

Então, num processo de muito trabalho interno, foi se assumindo como Terapeuta Quântica a partir de 2016 e trazendo seu trabalho para o mundo, com atendimentos presenciais no Brasil (muitos pela internet também) e online pela Inglaterra, Suíça, Alemanha, em português e/ou inglês.

 

No meio desse caminhar criou a Técnica da Liberação, um marco em sua vida para a quebra de padrões desarmônicos, dolorosos e limitantes, aplicando sua técnica própria tanto isoladamente como também nas sessões de Regressão de Vidas Passadas e Regressões por emoção, além de utilizá-la como ferramenta auxiliar nos casos de limpeza energética.

 

Outra coisa boa que veio dessa necessidade interna de integração foi a Especialização em Meios Consensuais de Solução de Conflitos, a junção dos dois valores, e os cursos que advieram da formação em Mediação, Conciliação e Arbitragem.

 

Assim, Lis Maia está dando seus passos em direção ao que sempre quis: Justiça. Entendendo, ainda, que a verdadeira Justiça passa pela Resolução, interna e externa, dos conflitos, pois só assim é possível primeiro ter a empatia para perceber o que é que cabe a cada um, quais são as suas necessidades (tanto as nossas próprias necessidades, muitas vezes negadas por nós mesmos, como também as dos outros).